Mentiras que o gonçalense repete

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São Gonçalo não presta. É o quintal sujo, escuro e desrespeitado de Niterói. Terra ocupada por um milhão de condenados onde ninguém planta nada de valor.

Um lixão em cada esquina, furto de combustível da garagem municipal, filas quilométricas para tomar vacina contra a febre amarela, ruas esburacadas devido à paralisação do setor de infraestrutura e por aí vai.

O prefeito Nanci é um frouxo controlado pela mulher e desse governo nenhuma evolução se pode esperar. Dos membros do Legislativo, menos ainda. São bandidos incorrigíveis, sanguessugas e ignorantes que esbanjam erros de ortografia e gramática com orgulho nas redes sociais. Os vereadores sustentam a mediocridade que nasce da conjunção corrupta entre a Prefeitura e o mandato populista dos secretários de governo. Querem somente o dinheiro do povo que o elegeu.

Se Dejorge Patrício tivesse sido eleito, por bem ou por mal ele já teria resolvido essa bagunça toda. Dejorge tem peito.

A melhor prefeita das últimas décadas foi Aparecida Panisset. Ela roubou descaradamente, sim, foi condenada pela Justiça, mas pelo menos construiu praças e asfaltou ruas. Antes de Panisset não houve nada de importante na política gonçalense.

O maior culpado pelo abandono é o povo que não sabe votar. Ele mantém os políticos que merece, por isso a cidade jamais deixará de ser o esgoto niteroiense, aquilo que é expulso e malquisto pelos vizinhos.

Veja a página no Facebook com centenas de milhares de fãs chamada ironicamente de “São Gonçalo vai mudar”. Ela publica roubos de veículos, prisões, pessoas desaparecidas e os seguidores curtem o mesmo conteúdo desgraçado diariamente. Não há sinais positivos. Na tragédia que o gonçalense, que em primeiro lugar frustra qualquer melhoria, gosta de se esbaldar.

A falta de educação do morador – que não pode ser chamado de cidadão – impede o ato mais simples do mundo: jogar o lixo na lixeira. Ele prefere largar o copo de guaravita e o guardanapo do salgado no chão, na sarjeta, ou encosta ambos ao lado do poste de luz.

Sem pontos turísticos, sem valor histórico, praias, nem opções de lazer. A última coisa boa que saiu de São Gonçalo para o mundo foi a dupla Claudinho e Buchecha há mais de 20 anos. E para azar do município (azarado por natureza) Claudinho foi perdido em um terrível acidente.

São Gonçalo é a decepção violenta publicada na capa do seu diário mais famoso. O melhor jeito de sobreviver nela é puxando o saco de algum político e arrumando um carguinho comissionado, de preferência sem trabalhar muito. Boas ideias empreendedoras não dão certo. Ninguém tem grana para comprar nada que não seja vendido por camelôs embaixo do viaduto de Alcântara. Montar um negócio é perda de tempo, investir é jogar dinheiro fora.

Se o jovem estudasse, teria sucesso na vida, transformaria São Gonçalo. As oportunidades de educação são iguais para todos, a escola pública municipal é boa. Esses moleques safados preferem fumar maconha, perambular e roubar.

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