Ação Social Archives - Sim São Gonçalo https://simsaogoncalo.com.br/category/acao-social/ A revista da 16ª maior cidade do Brasil – São Gonçalo, Rio de Janeiro Tue, 06 Feb 2024 02:32:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.2 https://simsaogoncalo.com.br/wp-content/uploads/2016/07/cropped-sim-sao-goncalo-900-32x32.jpg Ação Social Archives - Sim São Gonçalo https://simsaogoncalo.com.br/category/acao-social/ 32 32 147981209 ELA PODE traz empreendedorismo feminino para São Gonçalo com apoio do Google https://simsaogoncalo.com.br/empreendedorismo-feminino-ela-pode/ https://simsaogoncalo.com.br/empreendedorismo-feminino-ela-pode/#comments Thu, 05 Sep 2019 04:57:01 +0000 https://simsaogoncalo.com.br/?p=7472 O ELA PODE chegou à São Gonçalo. O programa de empreendedorismo feminino criado pelo Instituto Rede Mulher Empreendedora conta com apoio do Google e foi realizado nos dias 2 e 3 de setembro na OAB, no Zé Garoto. A ideia de trazer o evento para a cidade partiu de empresárias que participaram de um evento […]

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O ELA PODE chegou à São Gonçalo. O programa de empreendedorismo feminino criado pelo Instituto Rede Mulher Empreendedora conta com apoio do Google e foi realizado nos dias 2 e 3 de setembro na OAB, no Zé Garoto.

A ideia de trazer o evento para a cidade partiu de empresárias que participaram de um evento similar em Niterói, contaram Tatianna Carvalho e Suelen Brantes, que trabalharam na organização do encontro.

Empreendedorismo Feminino mostra sua força em São Gonçalo
109 mulheres foram capacitadas na 1ª edição do ELA PODE em São Gonçalo. Foto: Priscila Facco.

Fruto da soma de forças de diversas profissionais, tudo correu bem. Com duração total de 16 horas, o evento selecionou e capacitou 109 mulheres. Em apenas 3 dias, foram mais de 300 inscrições. Uma demanda surpreendente, que já motiva as organizadoras para agendar uma nova data até o final do ano.

ELA PODE – Multiplicadoras da Rede Mulher Empreendedora em São Goncalo
Multiplicadoras do ELA PODE. Foto: Thamiris Santos.

Empreendedorismo feminino mira na mulher e acerta na família

Até 2015, cerca de 40% das famílias eram chefiadas por mulheres, segundo dados do IBGE. Desse total de lares, em 66% não há cônjuges. O que aumenta o risco de vulnerabilidade socioeconômica. Sendo mais claro, isso significa que mais famílias são dependentes do trabalho doméstico e renda gerada por apenas uma pessoa. O que, muita das vezes, também significa que o simples fato de ficar doente pode provocar um corte abrupto nas finanças da família.

Equipe organizadora do ELA PODE em São Gonçalo, setembro/2019.
Equipe organizadora do ELA PODE, São Gonçalo, setembro/2019. Foto: Priscila Facco.

O ELA PODE tem como foco garantir independência financeira e poder de decisão dessas mulheres sobre suas vidas, por meio do desenvolvimento de seus negócios. A meta do programa é capacitar 135 mil mulheres brasileiras até 2020.

Esse dia do empreendedorismo feminino foi repleto de troca de experiências, conhecimento, histórias de vida e, claro, boas palestras sobre como dinamizar os múltiplos negócios na cidade. Eram maquiadoras, artesãs, coachies, chefs, designers de unhas, sombracelhas, agentes de viagem, publicitárias, fotógrafas, entre outras diversas profissionais estavam representadas.

No evento, foram abordadas as áreas de comunicação, liderança, negociação, finanças, networking, marca pessoal e ferramentas digitais. Tudo para ampliar o sucesso pessoal e profissional.

ELA PODE São Gonçalo, realizado em Setembro na OAB, Zé Garoto.
Foto: Priscila Facco.

Fico feliz por ver iniciativas como essa chegando à nossa cidade de 1.084.839 habitantes. Com índices de desemprego altos e sem muitas perspectivas de melhora a curto prazo, é fundamental que o conhecimento para criar e manter negócios sustentáveis cheguem às pessoas. Uma ferramenta para mudança de vida.

No encontro, pude conversar e ver que há diversos outros movimentos acontecendo em paralelo em São Gonçalo, como o encontro mensal de mulheres empreendedoras chamado Bolsa de Negócios, entre outros que no futuro contarei por aqui.

Parabéns a todas envolvidas nessa rede de transformação.

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Sonhos gonçalenses: futebol, inclusão e território https://simsaogoncalo.com.br/sonhos-goncalenses-futebol-inclusao-e-territorio/ https://simsaogoncalo.com.br/sonhos-goncalenses-futebol-inclusao-e-territorio/#respond Fri, 28 Sep 2018 14:27:50 +0000 https://simsaogoncalo.com.br/?p=6777 Quinta Dom Ricardo, Santa Isabel. Há quase uma hora do Centro. Lugar onde o único aparelho público é um CIEP construído na época de Brizola e a única linha de ônibus circula a cada hora. As 13h começam a chegar crianças e jovens de todos os lados. Trinta, quarenta, oitenta. No meio deles, Prof. Marcos […]

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Quinta Dom Ricardo, Santa Isabel. Há quase uma hora do Centro. Lugar onde o único aparelho público é um CIEP construído na época de Brizola e a única linha de ônibus circula a cada hora. As 13h começam a chegar crianças e jovens de todos os lados. Trinta, quarenta, oitenta. No meio deles, Prof. Marcos em sua cadeira de rodas tenta controlar a ansiedade de todos em entrar em campo e chutar a bola.

O Dom Ricardo FC é um projeto de inclusão através do esporte coordenado há mais de dez anos pelo Prof. Marcos, paratleta já aposentado. Sem qualquer apoio da iniciativa privada ou do poder público, o projeto é tocado exclusivamente pelos recursos do professor. Apesar de já ter buscado apoio tanto na Secretaria de Esporte e Lazer, quanto nos pequenos empresários, o projeto ainda não conseguiu um apoio que o pudesse fazer dar um passo maior.

Futebol Feminino em Santa Isabel – Dom Ricardo FC é um projeto de inclusão através do esporte
Equipe do Dom Ricardo FC. À esquerda, o Professor Marcos, coordenador do projeto.

O projeto reúne meninos de 7 a 18 anos e meninas a partir dos 12 anos que sonham em um dia se tornarem o próximo Vinícius Jr., jogar em um grande clube do Brasil e, quem sabe, do mundo. Além disso, Prof. Marcos faz questão de acompanhar a vida escolar de seus jogadores e jogadoras, sempre levando a importância de dar continuidade aos estudos, mesmo sonhando alto.

O Dom Ricardo FC já encaminhou diversos garotos para a base de alguns clubes do Brasil, mas com as meninas a jornada é mais difícil. Poucos clubes brasileiros investem no futebol feminino de maneira profissional, mesmo com uma resolução da CONMEBOL de 2016, obrigando os clubes que disputam torneios sul-americanos a investirem no futebol feminino profissional.

Futebol Feminino em Santa Isabel – Dom Ricardo FC é um projeto de inclusão através do esporte

Poderia ser mais uma escola de futebol na cidade, mas o fato de estar em uma das localidades mais abandonadas do município, somada à dedicação ao futebol feminino do Prof. Marcos, coloca o Dom Ricardo FC em um outro nível de importância em São Gonçalo.

Com esse primeiro texto, inicio uma série de conteúdos que irão tratar sobre o futebol feminino em nossa região, com todas implicações na educação, cultura, geração de emprego e renda e formulação de políticas públicas.

há anos, o esporte é invisibilizado pela mídia e pelos empresários. Agora, começa a ganhar protagonismo por força de lei.

Espero que gostem e que seja um canal aberto de divulgação e promoção do futebol feminino em nossa cidade.

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Animais abandonados, de quem é a responsabilidade? https://simsaogoncalo.com.br/animais-abandonados-de-quem-responsabilidade/ https://simsaogoncalo.com.br/animais-abandonados-de-quem-responsabilidade/#comments Mon, 07 Aug 2017 15:51:36 +0000 https://simsaogoncalo.com.br/?p=4932 Virou rotina andar pelas ruas de São Gonçalo e passar por animais abandonados. Eu, por exemplo, assistia pela janela do carro e sentia bastante pena. Sentimento este, que não serve para nada, a não ser, esboçar mentalmente uma desculpa pela minha falta de iniciativa em ajudar os animais. LEIA TAMBÉM: Abrigo para animais abandonados em […]

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Virou rotina andar pelas ruas de São Gonçalo e passar por animais abandonados. Eu, por exemplo, assistia pela janela do carro e sentia bastante pena. Sentimento este, que não serve para nada, a não ser, esboçar mentalmente uma desculpa pela minha falta de iniciativa em ajudar os animais.

LEIA TAMBÉM: Abrigo para animais abandonados em São Gonçalo: Sonho ou Dura Realidade? 

Ingenuamente pensava aqui, do alto da minha ignorância, que não tinha nada a ver com isso, aliás, nem animais de estimação eu tenho, mas aos poucos fui descobrindo que a culpa era inteiramente minha.

A história toda começa com um cachorro abandonado chegando na rua onde moro. O coitado não conseguia parar de se coçar. Para mim (e para maioria, acredito eu), era apenas mais um cachorro abandonado por um morador vítima da crise financeira. Aquela coisa, o animal doméstico tem custos e, quando a conta não fecha no final do mês, acabou sobrando para o peludo com sarna, neste caso. Como a rua é bastante movimentada de carros e pessoas, é natural achar que o animal seguisse sua própria sorte por outras ruas e, quem sabe, encontrar um dono. Mas, contra todos os achistas, o cão resolveu ficar.

O cão Coceirinha e a mercearia do Careca.
O cão Coceirinha e a mercearia do Careca.

Basta uma pessoa tomar iniciativa

O cachorro permaneceu alguns dias e começamos a chamá-lo de Coceirinha. Ele simplesmente não parava de se coçar, não dormia porque se coçava. O sofrimento do bichinho só foi amenizado por Careca, apelido de Wagner, que arrumou ração e fez uma barraquinha de madeira reaproveitada de sua pequena mercearia na rua.

A casa criada pela Mercearia do Careca para ser o lar do cão Coceirinha.
A casa criada pela Mercearia do Careca para ser o lar do cão Coceirinha.

Além disso, Wagner levou o cachorro no petshop e no veterinário. Foi a partir desse ato que outros moradores tomaram a iniciativa de ajudar. Duas vizinhas do condomínio compraram remédios e fizeram uma casinha com dois baldes, que não custaram mais do que 20 reais. Outro vizinho deu uma roupinha, outro deu uma manta.

O cãozinho foi melhorando, a sarna e a coceira diminuíram até parar (mas o apelido continuou, rs). “Agora, as pessoas passam aqui e perguntam pelo Coceirinha.”, comenta Careca, “Basta uma pessoa fazer para que as outras ajudem. Mas acho que as pessoas deveriam ajudar mais. Outro dia, ele saiu atrás de uma cachorrinha e voltou mancando. Ele só vai ficar bem mesmo quando tiver um lar para se sentir seguro.”

A dupla Careca e Coceirinha
A dupla Careca e Coceirinha.

Foi nessa conversa que decidi fazer alguma coisa para sair da minha inércia de desatenção. Afinal, eu quero me sentir seguro, porque o Coceira não ia querer também? A tentativa de conseguir um lar para o bichinho me fez ir para rua e ver a realidade da cidade.

Mulheres gerando impacto positivo na cidade

Em um domingo, dia 2 de julho, aconteceu a feira de adoção “Leve um anjo para casa” no Shopping Partage, Centro de São Gonçalo. Fui na expectativa de saber mais sobre adoção e conversar sobre o atual estado da cidade em relação ao abandono. E, para surpresa deste ignorante que vos fala, o que encontrei foram vozes poderosas de pessoas engajadas com a saúde e bem-estar dos animais e, sobretudo, mulheres gerando impacto positivo na cidade.

Cachorrinha Pandora na Feira de adoção 'Leve um anjo para casa'.
Cachorrinha Pandora na Feira de adoção ‘Leve um anjo para casa.

De primeira, o que vi foi uma cena que me impactou bastante. Uma mulher acabara de adotar um cachorro e a protetora caiu aos prantos. Não era o choro de alguém que perde alguma coisa, era o choro que contava a história de um ser humano e seu companheiro. Era a história de Léa, a protetora, que resgatou Ed jogado dentro de uma lata de lixo, com ferimentos graves e a mandíbula quebrada. Naquele momento, o cão que ela cuidou por meses estava seguindo seu caminho depois de todo cuidado. “Fiquei com pena de adotar, porque ela chorou.”, Évia Alves emocionada, “Eu vim adotar porque meu cachorro faleceu recentemente. E é estranho ficar sem cachorro, porque a casa fica vazia, não tem ninguém para me fazer companhia quando todo mundo sai.”

O grupo organiza uma espécie de doação assistida, que exige a identificação do adotante com a assinatura de um termo de responsabilidade. O que achei mais interessante: o protetor oferece assistência, caso o adotante precise. Assim, o vínculo ainda permanece com o animal, ou seja, visitas aos animais podem ser marcadas.

Évia Alves e sua família completa, agora com Ed no Shopping Partage.
Évia Alves e sua família completa, agora com Ed no Shopping Partage.

Essas pessoas, mulheres em sua maioria, agem para dar proteção e acabam sendo retribuídas pelos bichinhos com afeto. No entanto, ainda são estigmatizadas por cuidarem de muitos animais. Mônica Nunes, é uma das organizadoras do evento, que atua também em Itaboraí, e trabalha de forma voluntária há 10 anos com proteção e resgate de animais. “Eu acho que agora nosso trabalho está começando a ser mais divulgado, antes nós éramos taxadas como malucas. Hoje em dia não, hoje as pessoas nos respeitam.”

Animais abandonados: questão de saúde pública

Foi interessante ver que muitas pessoas na cidade estão se movendo. Tomando a responsabilidade de melhorar o lugar onde vive. Afinal, a questão dos animais abandonados é um questão de saúde pública. O Estado do Rio de Janeiro há décadas tem um alarmante índice de esporotricose. Eu já tinha ouvido falar da raiva e do tétano, mas esse nome é novo. A esporotricose é uma micose, causada por um fungo, que pode afetar animais e humanos.

“São Gonçalo está engatinhando na questão de direitos dos animais, proteção de animais. Está começando a pensar nisso, já teve uma audiência pública sobre isso em outubro de 2015, falaram que em janeiro ia ter contêineres, mas até hoje nada foi definido.”, explica Sharon Morais, Presidente da Comissão de Proteção e defesa dos animais da OAB de Niterói.

Feira de adoção no Shopping Partage
Feira de adoção no Shopping Partage.

Há ainda a questão das pessoas que usam os animais para procriar e vender os filhotes. Muitas vezes os animais são submetidos a condições terríveis de higiene e alimentação. A tentativa de obter lucro faz com que os custos sejam cortados e o intervalo entre crias é diminuído, trazendo consequências sérias para a saúde dos animais. “É o capitalismo na sua forma mais nojenta. Descarta aquela ali e já pega uma cria que está mais nova para colocar no lugar dela. Preso em um canto só para procriar. Não tem afeto, não tem nada.”, comenta Sharon Morais.

A responsabilidade é minha, é sua, é de todos nós

Ao mesmo tempo, que foi desolador enxergar o cenário de abandono da cidade, foi incrível ter contato com essas pessoas que agem. E entender de fato que a culpa pelos animais abandonados é minha, é sua, é nossa. Afinal, a cidade é um conjunto que deve funcionar de maneira integrada e não podemos ficar esperando o poder público.

Organizadora da Feira de Animais, Mônica Nunes, e seu filho.
Organizadora da Feira de Animais, Mônica Nunes, e seu filho.

Primeiro, para você que está pensando em abandonar um peludinho, peça ajuda, junte pessoas que queiram ajudar ou leve para adoção, de maneira nenhuma descarte. Segundo, se um animal já foi abandonado, é muito possível que haja alguém querendo adotar. Hoje temos a internet como aliada, seja em páginas do Facebook ou grupos no Whatsapp, não há desculpa nesse mundo que nos impeça de parar o carro, fazer um resgate, achar um lugar temporário ou apenas tirar uma foto do bichinho e divulgar. Você pode não querer adotar, mas pode ser a ponte entre um Coceirinha e um adotante.

Durante esse o tempo da publicação deste artigo, o Coceirinha acabou sendo adotado por um vizinho da rua. Careca, seu protetor, ainda ajuda no que pode, parece que quando o cachorro precisa ir no veterinário só ele consegue acalmar o companheiro peludo.

DENUNCIE MAUS TRATOS PELO TELEFONE: 2199-6511

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Vista Alegre e o mutirão em busca de um bairro melhor https://simsaogoncalo.com.br/vista-alegre-mutirao-busca-bairro-melhor/ https://simsaogoncalo.com.br/vista-alegre-mutirao-busca-bairro-melhor/#respond Fri, 30 Jun 2017 00:40:09 +0000 https://simsaogoncalo.com.br/?p=4757 No domingo de 25 de junho de 2017, os moradores de Vista Alegre se reuniram para fazer algo quase raro hoje em dia: um mutirão para cuidar do bairro. Incomodados com o mato que crescia desordenadamente entre as pistas da estrada, eles promoveram uma limpeza completa do local. A Darley Campos publicou no Facebook e […]

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No domingo de 25 de junho de 2017, os moradores de Vista Alegre se reuniram para fazer algo quase raro hoje em dia: um mutirão para cuidar do bairro.

Na foto, a dona Darley mostra o trabalho de aparo e limpeza do matagal entre as pistas da estrada em Vista Alegre, São Gonçalo.
Na foto, a dona Darley mostra o trabalho de aparo e limpeza do matagal entre as pistas da estrada em Vista Alegre, São Gonçalo.

Incomodados com o mato que crescia desordenadamente entre as pistas da estrada, eles promoveram uma limpeza completa do local. A Darley Campos publicou no Facebook e os usuários nos marcaram o SIM São Gonçalo na ação.

Segundo alguns usuários, a medida era necessária para evitar acidentes, dando mais visibilidade aos motoristas, reduzindo o risco do tráfego na pista. A limpeza, além de bem-estar, trouxe segurança aos moradores da região.

Achamos fundamental mostrar a atitude deles, para que todos possam replicar ações como essas nos bairros de São Gonçalo, Itaboraí, Niterói e todo o estado do RJ.

Confira as imagens do mutirão da limpeza em Vista Alegre:

Mutirão com dos moradores de Vista Alegre em São GonçaloMutirão com dos moradores de Vista Alegre em São GonçaloMutirão com dos moradores de Vista Alegre em São Gonçalo

Nos comentários, o grupo revela que planeja expandir as ações nos bairros próximos. Segundo Darley, o próximo será Marambaia.

Parabéns a todos! Afinal, se esperarmos o poder público fazer algo… certamente, juntos podemos mais! Obrigado por cuidarem da cidade.

Fotos: Darley Campos Mira Figueiro

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Debate latino-americano fala sobre mudanças climáticas e água https://simsaogoncalo.com.br/debate-latino-americano-fala-sobre-mudancas-climaticas-e-agua/ https://simsaogoncalo.com.br/debate-latino-americano-fala-sobre-mudancas-climaticas-e-agua/#respond Sun, 07 May 2017 15:48:27 +0000 https://simsaogoncalo.com.br/?p=4598 O Centro de Educação Ambiental Gênesis recebeu em sua sede aproximadamente 15 jovens vindos de vários países da América Latina. Dentre eles Nicarágua, Venezuela, Chile, Equador, Bolívia, Argentina, Honduras, Peru, Costa Rica, Novo México. A vinda desses jovens ao Gênesis teve como propósito debater sobre as mudanças climáticas e a água. Todos fazem parte da […]

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O Centro de Educação Ambiental Gênesis recebeu em sua sede aproximadamente 15 jovens vindos de vários países da América Latina. Dentre eles Nicarágua, Venezuela, Chile, Equador, Bolívia, Argentina, Honduras, Peru, Costa Rica, Novo México.

A vinda desses jovens ao Gênesis teve como propósito debater sobre as mudanças climáticas e a água. Todos fazem parte da Convergência ambiental multi-religiosa, uma das partes educacionais da iniciativa Fé no Clima (Comunidades Religiosas e justiça socioambiental). Durante uma semana no Rio de Janeiro, ela reuniu jovens líderes de 21 a 40 anos, pertencentes a diferentes tradições religiosas e espirituais. Esse evento foi organizado pelo Instituto de estudos de Religião (ISER) em parceria com a organização de Interesse Público (GIP), que tem por objetivo mapear percepções e ações em relação às mudanças climáticas.

Recebidos calorosamente pela Diretora e fundadora do Gênesis, Lourdes Brazil, puderam conhecer um pouco mais da história do espaço, desde sua organização oficial, em 2009. O instituto trabalha para superação dos problemas socioambientais e a construção de forma ampliada e progressiva dos caminhos da sustentabilidade.

Cumprindo um cronograma de reconhecimento do espaço, iniciaram uma caminhada guiada pela bióloga Samira, pelas trilhas, viveiros, laguinhos e composteiras. Em meio a visita, uma família de Micos Estrelas, pertencentes a nossa fauna, brincava livremente nos topos das árvores. Todos puderam acompanhar a importância da preservação em área urbana do Micro Fragmento de Mata Atlântica e tudo que ele abriga. Ao final da caminhada, os jovens tiveram a oportunidade de plantar mudas nativas que, em breve, farão parte da flora do espaço.

Provendo a amplitude desses debates em sua sede, junto a atividades que incentivam a preservação da fauna e flora, o Gênesis está conseguindo alcançar sua prioridade de ser referência em sustentabilidade na cidade de São Gonçalo. Promovendo essa referência para o mundo.

Mais informações, confira a nossa página no Facebook.

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Como ajudar o Abrigo Cristo Redentor https://simsaogoncalo.com.br/como-ajudar-o-abrigo-cristo-redentor/ https://simsaogoncalo.com.br/como-ajudar-o-abrigo-cristo-redentor/#comments Thu, 05 Jan 2017 03:10:45 +0000 https://simsaogoncalo.com.br/?p=4258 Sempre que visito o Abrigo do Cristo Redentor (Estrela do Norte), tenho vontade de avançar o tempo, chegar à terceira idade e me mudar pra lá. Será que a instituição acolhe homens de 34 anos? Assim não teria que esperar. Se você nunca esteve no Abrigo, no bairro Estrela do Norte, não conhece um dos […]

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Sempre que visito o Abrigo do Cristo Redentor (Estrela do Norte), tenho vontade de avançar o tempo, chegar à terceira idade e me mudar pra lá. Será que a instituição acolhe homens de 34 anos? Assim não teria que esperar. Se você nunca esteve no Abrigo, no bairro Estrela do Norte, não conhece um dos lugares mais aconchegantes de São Gonçalo. E ele precisa da sua ajuda para se manter.

O Abrigo do Cristo Redentor é uma sociedade civil sem fins lucrativos que presta assistência completa a idosos carentes. Por conta do atraso de 11 meses no recebimento de recursos do Estado do Rio de Janeiro, a instituição acumula dívidas que ultrapassam R$ 700 mil (Jornal Extra).

Para que o Abrigo continue um espaço limpo, arborizado, alegre e surpreendentemente juvenil, embora acolha 147 idosos, entre eles cantores e músicos talentosíssimos,

Confira como você pode ajudar o Abrigo Cristo Redentor:

  • Torne-se um associado(a). A partir de R$ 20,00 mensais, que podem ser pagos com um boleto bancário recebido em casa. Clique aqui para se cadastrar.
  • Doe alimentos. A qualidade da alimentação dos residentes depende exclusivamente das doações recebidas. Entre as necessidades atuais estão itens básicos como feijão e açúcar. O Abrigo fica na Rua Nilo Peçanha, nº 320. O telefone é +55 21 2712-0750.
  • Ajude financeiramente. São aceitas doações de qualquer valor em depósitos ou transferências para a conta-corrente 00566-0, agência 6148 do banco Itaú, CNPJ: 31.733.843/0001-20.
  • Visite e almoce no Abrigo. Diariamente, até às 14h, é servido um almoço delicioso a R$ 8,00 como forma de arrecadar recursos. Aproveite para caminhar pelo espaço e conversar com os velhinhos. Eles têm opinião diversa sobre o impeachment de Dilma Rousseff e a crise no Estado do Rio.

Tinha seresta ao vivo durante o almoço servido na quarta-feira (28/12). Também formada por idosos, a banda apresentou canções de sentimento profundo e letras longas, que não são mais ouvidas atualmente no rádio. Quando chegar minha vez de me hospedar no Abrigo, espero ouvir Legião Urbana e O Rappa nas serestas, mas do jeito estranho que o mercado da música anda, provavelmente terei que dançar ao som de clássicos como MC G15 e Anitta.

Para que mais pessoas conheçam e ajudem o Abrigo do Cristo Redentor, compartilhe este artigo nas redes sociais.

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